Reconhecimento facial está sendo testado em aeroportos nos Estados Unidos

Reconhecimento facial está sendo testado em aeroportos nos Estados Unidos

Reconhecimento facial, aprendizado de máquina e técnicas computacionais muito comuns nos dias de hoje estão sendo utilizadas nas mais diversas áreas do conhecimento.

Segundo informações, desde 2017 o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) está utilizando ferramentas computacionais para identificar pessoas nos aeroportos americanos. Essa não é uma novidade. As técnicas computacionais atuais já permitem, com um alto grau de precisão, a identificação de pessoas.

Existem muitas controvérsias nesse assunto. Muitos americanos se queixam com relação a privacidade, mas de fato tais instrumentos tecnológicos tem como principal função a segurança.

Na forma atual como é utilizado o sistema a pessoa é fotografada no aeroporto e os dados são combinados com uma série de bases de dados. Caso haja alguma inconsistência na informação no documento apresentado ou alguma informação de que a pessoa está com alguma irregularidade e o sistema detectar, imediatamente pode-se tomar alguma medida.

Os números mais atualizados apontam que já foram detectados mais de 650.000 viajantes pelo sistema com documentação irregular. Segundo especialistas, a imagem é utilizada durante período pequeno de tempo. Para os residentes, a imagem é apagada imediatamente.

Importante lembrar é o que a principal utilização do serviço está relacionado com as questões de segurança nacional. Ataques terroristas são uma preocupação constante e necessita de um cuidado especial para que não aconteça o que já ocorreu em 11 de Setembro. Entretanto o sistema tem sido muito competente em encontrar também pessoas que estão em situação irregular no país.

Richard Valdivia

Richard Valdivia

Mestre pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). É editor e redator desde 2014 de diversos canais na internet. Entusiasta de novas tecnologias, mídias sociais e empreendedor digital. Nômade Digital na prática, está sempre em busca de novos desafios, como programar para plataformas emergentes.

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